Casa de porto dos finais do século XVII recuperada para turismo de habitação, classificada como imóvel de interesse público, que pertenceu à família dos Azevedo do Pico. Partilha um espólio, constituído por botes baleeiros prontos para deslizar para o mar. Localizada no porto de São Roque do Pico (cais do Pico), no arquipélago dos Açores, à sombra da montanha mais elevada de Portugal, a casa das Barcas permite aos hóspedes usufruir de uma paisagem natural à descoberta da ilha de S. Jorge, uma oportunidade para nadar e pescar no oceano Atlântico, a 20 m da entrada da casa.

De planta em L e de linha arquitectónica sóbria, convida a momentos de sossego, frente ao mar ou junto à lareira para aquecer as noites mais frias de inverno, com um vinho de eleição, no meio de recordações de viagens, miniaturas de barcos, mapas e peças da coleção e antiguidades da casa.

Alojamento

  • 1 x Duplo - Desde 108.00€ / noite
  • 1 x Twin - Desde 108.00€ / noite

Características

  • Fala-se espanhol
  • Fala-se francês
  • Fala-se inglês
  • Jardins
  • Passeios a Pé
  • Pesca

Morada

Rua do Cais

326 TH

No arquipélago dos Açores, na ilha do Pico, encontra-se um refúgio invulgar chamado Casa das Barcas. Situado no porto de São Roque do Pico (Cais do Pico), à sombra da montanha mais alta de Portugal, abre-se para o varadouro do Cais Velho, em pleno Oceano Atlântico. Este solar de finais do século XVII - classificado como imóvel de interesse pl1blico - pertenceu à família dos Azevedos do Pico, descendentes do capitão de milícias Francisco de Azevedo e de sua mulher, D. Maria da Terra. Guardou durante anos botes baleeiros prontos para deslizar para o mar na rampa do varadouro e tem hoje um novo proprietário, o Dr. António Baião do Nascimento, que, recentemente, o adaptou para turismo de habitação.

De planta em L e de linhas arquitectónicas sóbrias (arquitectura chã), a entrada faz-se por uma escadaria interior, em pedra preta de basalto, que dá acesso ao primeiro piso, onde se encontram os três quartos duplos. Os hóspedes dispõem de uma confortável sala de estar, que convida a momentos de sossego, frente ao mar ou junto à enorme lareira pronta a aquecer as noites mais frias de Inverno, no meio de recordações de viagens, miniaturas de barcos, mapas e peças da colecção particular do proprietário, apreciador de antiguidades.

Agradavelmente situado à beira-mar, proporciona uma vista soberba sobre a paisagem circundante. Vale a pena subir ao pequeno terraço do lado do jardim para apreciar o deslumbramento que é o Pico descoberto. Da varanda corrida da fachada principal, protegida com ferro forjado, avista-se, a toda a largura do horizonte, a ilha de São Jorge e, a 20 metros da entrada da casa, umas escadas de pedra dão acesso ao mar, onde se pode nadar ou pescar.

In Solares de Portugal A arte de bem receber , Edições INAPA, 2007