Tipo:
Casas Antigas
Proprietário:
Maria Teresa de M. P. Seara Cardoso
Contactos:
Email SaoCipriano@solaresdeportugal.pt
Alojamento:
4 alojamento(s) Duplo - 125 EUR/noite
3 alojamento(s) Twin - 125 EUR/noiteRESERVE JÁ
Nos arredores de Guimarães, bem protegido pelas árvores seculares que o rodeiam, surge, depois de uma longa caminhada, o deslumbrante Paço de S. Cipriano. Construído no século XV, foi abrigo durante gerações e gerações dos peregrinos que ali passaram a caminho de Santiago de Compostela. Esta velha tradição foi retomada pela família Santiago Sottomayor que abriu as suas portas aos viajantes de hoje. A torre que enforma a parte central do edifício esconde a magia e esplendor dum quarto com cama de docel. Um jardim de buxos, tílias, rosas, camélias e outras espécies, convidam-no a mergulhar durante horas num mundo verde e repousante.
Do Porto: tome a auto-estrada A3 em direcção a Braga, saia ao km25 para a A7 e siga em direcção a Guimarães., saia da auto-estrada na saída que diz ‘Guimarães Sul’. Na primeira rotunda virar na 3ª rua onde diz ‘Urgeses, Polvoreira e Tabuadelo’. No final desta rua virar à esquerda (tem uma placa a dizer ‘Paço de S. Cipriano’). Andar cerca de 3km e encontrará o Paço de S. Cipriano à direita (na Freguesia de Tabuadelo em frente á Igreja).
Do Centro de Guimarães: Ir até à rotunda em frente ao Hotel Guimarães (fica perto da estação de comboios) e virar numa rua que fica ao lado de um muro muito alto. Desde esta rotunda são 5km, sempre na mesma estrada, até encontrar o Paço de S. Cipriano.
Coordenadas GPS
N 41 ° 23 '48.6 "
W 08 ° 17 '18.1 "
A curta distância de Guimarães, o Paço de São Cipriano ergue-se, imponente, no meio de jardins de buxos, cameleiras centenárias e pomares verdejantes.
O tempo parece subitamente parar, quando, ao atravessar a longa alameda que dá acesso à casa, se depara com urna construção em U, feita em redor de urna torre com ameias e de um pátio interior, com um lago ao centro, lembrando um castelo medieval saldo de eras românticas e cavaleirescas. A construção do Paço data do século XV e pertence, desde essa época, à família Sottomayor. No século XVIII a casa foi aumentada, construindo-se a capela no exterior do Paço, o que lhe confere um aspecto misterioso e que, ao mesmo tempo, permitiu manter intacta a antiga traça de solar medieval.
A casa manteve, desde sempre, urna tradição de acolhimento, por manter até ao século passado urna albergaria para peregrinos de passagem para Santiago de Compostela.
Tudo nesta casa é especial e acolhedor. O exterior, em geral, e os interiores, em particular, dir-se-iam saldos de lendas e contos, envoltos em brumas e ambientes de outros tempos. Os quartos estão decorados com quadros de antepassados, cortinas bordadas e camas de dossel; a biblioteca está repleta de livros antigos que apetece ler; urna sala serve de pequeno museu, onde se podem ver algumas curiosidades e urna colecção de armas; e a antiga cozinha, com urna gigantesca chaminé de granito, acolhe os hóspedes ao pequeno-almoço e integra a sala de estar. João e Teresa Sottomayor são perfeitos e simpáticos anfitriões, que consideram o Turismo de Habitação um turismo humano e recebem as visitas com um espírito acolhedor e curioso, o que, juntamente com o conforto e a beleza da casa, toma urna estadia no Paço de São Cipriano num prazer inesquecível
In “Solares de Portugal – A arte de bem receber”, Edições INAPA, 2007
HISTORIAL
Fica situado na freguesia de S. Cipriano de Taboadelo à saída de Guimarães na estrada de Covas para a Penha.
A construção em 'U', encimada por uma torre medieval e fechada por um muro com ameias formando um pátio interior que tem ao centro uma fonte com um 'Neptuno', dentro de uma cerca com jardim e horta. O jardim é de velhos buxos, murtas e camélias formando sebes maciças talhadas e ao fundo um lago. No jardim uma capela restaurada no Séc. XVII.
A casa pertence à mesma família desde meados do século XV. Tendo sempre sido habitado, foi ampliado e remodelado ao longo do tempo, sendo as últimas obras importantes feitas pelo Dr. João da Costa Santiago de Carvalho e Sousa, tio bisavô do actual senhor da Casa.
A casa tinha uma Albergaria para peregrinos que funcionou até fins do século passado. Já não correspondendo às necessidades da época foi fechada depois de um princípio de incêndio provocado por uma passante.
No entanto, esta velha tradição foi retomada pela família Santiago Sottomayor, que decidiu abrir as portas da sua propriedade senhorial proporcionando aos viajantes que por lá passam um ambiente deslumbrante.
Pertence agora a D. Maria Teresa de Morais Pimentel Seara Cardoso e D. João Santiago de Sottomayor.