CASA DE SANTO ANTÓNIO DE BRITIANDE - BRITIANDE, LAMEGO

Na região de Lamego, bem perto de Britiande, nasce a Casa de Santo António de Britiande, um bonito conjunto arquitectónico, que integra uma casa do século XVI e capela do século XVII. Foi abrigo para repouso dos frades do Convento de Ferreirim. A pouca distância do vale do Douro, oferece a serenidade das majestosas paisagens da região de Lamego, na descoberta de verdadeiros tesouros do património nacional dos séculos VII ao XVIII.

Em 1990, os actuais proprietários recuperaram a casa para turismo rural. A casa encontra-se decorada com bom gosto, em estilo clássico, assim como com diversos objectos que guarnecem as amplas dependências. Possui seis quartos, cinco duplos e um individual, totalmente equipados e muito cómodos. Como opções de lazer, o hóspede pode mergulhar na piscina, passear a pé ou andar de bicicleta à descoberta de verdadeiros tesouros do património nacional ou, ainda, desfrutar de um campo de ténis.

Como actividades de animação, destacam-se os passeios a pé ou de bicicleta à descoberta de verdadeiros tesouros do património nacional.

Alojamento

  • 1 x Individual - Desde 125.00€ / noite
  • 2 x Duplo - Desde 135.00€ / noite
  • 1 x Twin - Desde 135.00€ / noite
  • 2 x Estudio - Desde 145.00€ / noite

Características

  • Bicicletas
  • Capela
  • Fala-se espanhol
  • Fala-se francês
  • Fala-se inglês
  • Jardins
  • Passeios a Pé
  • Piscina
  • Provas de vinho
  • Refeições mediante solicitação
  • Sala para conferências

Localização

Largo de São Sebastião - Britiande

193 TH

De origem remota, a cidade de Lamego desvanece-se com a passagem dos séculos. Alguns historiadores são mesmo da opinião que o local onde a cidade primordialmente se ergueu terá sido nos actuais lugares de Queimada, embora, depois de incendiada e arrasada por Trajano, tenha vindo estabelecer-se na fértil planície onde hoje se ergue a antiga vila de Britiande. É precisamente neste lugar que se encontra esta casa senhorial virada para um belo jardim de relva bem cuidada, árvores de fruto e bonitos arbustos. Presumivelmente de fachada quinhentista, tem incluída uma capela do século XVII, revestida a azulejos e talha dourada e utilizada, em tempos idos, para repouso dos frades do Convento de Ferreirim. Em 1990, foi adaptada pelos actuais proprietários a turismo rural. Do diálogo com o arquitecto Alfredo Resende foram nascendo soluções engenhosas que em nada desvirtuaram o ambiente nem as características essenciais da casa.

Altiva e imponente, a Casa de Santo António de Britiande encontra-se caiada de branco, possuindo perfeitos "esconderijos" que oferecem paz e tranquilidade. Uma antiga varanda com vista para o jardim privilegia o hóspede com uma das mais aprazíveis e majestosas paisagens da região que se podem avistar do edifício.

In Solares de Portugal A arte de bem receber , Edições INAPA, 2007

HISTORIAL

A Casa de Santo António, de fachada quinhentista, foi em tempos lugar de repouso dos Monges Franciscanos do Convento de Ferreirim. Fez parte dos oito Morgadios que existiram em Britiande. Está na família desde o final do séc. XIX e foi restaurada em finais do séc. XX. Faz também parte da Casa a Capela datada de 1680 com Armas Miranda, Homem, Morgados de Britiande.

Jardins com ornamentais de grande porte como tílias, carvalhos, liquidanbares, nogueiras e outras, para além de muitos arbustos como o jasmim trazem uma enorme variedade de pássaros que se deixam observar.

Adaptada para Turismo de Habitação, em 1998, os projectos ficaram a cargo do arquitecto Alfredo Resende, encarregue da Casa, e da arquitecta paisagista Teresa Marques, encarregue dos jardins.

Na Rota das Vinhas de Cister / Rotas Medievais, Britiande, vila do concelho de Lamego, distrito de Viseu, situada entre Lamego e Tarouca, remonta a tempos anteriores à nacionalidade.

Uma paisagem essencialmente agrícola, aonde predominam as árvores de fruto, como a macieira, pereira, cerejeira e nogueira para além da vinha e do castanheiro

Brite e Ande

Reza a história que a lenda mais conhecida desta vila é a que lhe deu nome. Chama-se assim porque quando D. Afonso Henriques ali passou com os seus homens, havia nozes pelo chão. Vinha com pressa, mas os soldados arregalaram o olho. E deu esta ordem: Brite e Ande = Britiande .