QUINTA DA MATA - VILAR DE NANTES, CHAVES

No seio da encosta da Serra do Brunheiro, em Vilar de Nantes, a 3 km de Chaves, encontra-se a Quinta da Mata. Esta bela propriedade, com casa que remonta ao século XVII, integra-se numa atmosfera de belas vistas sobre a cidade do imperador romano Tito Flávio Vespasiano. Rodeada por densa mancha florestal e águas revigorantes, proporciona inspiração e tranquilidade.

Ao dispor dos hóspedes, a casa tem seis quartos (quatro duplos e dois twins) que oferecem conforto e qualidade. Descendo à cave, descobre-se uma garrafeira, uma bela galeria que constitui o local de refeições festivas e de produtos locais, que o dono da casa faz questão de promover.

Os hóspedes mais sensíveis à natureza do que ao recolhimento têm a oportunidade de experiências a cavalo, de bicicleta e percursos de montanha.

Alojamento

  • 4 x Duplo - Desde 80.00€ / noite
  • 2 x Twin - Desde 80.00€ / noite

Características

  • Bar
  • Biblioteca
  • Bicicletas
  • Caça
  • Capela
  • Cavalos
  • Estacionamento
  • Fala-se espanhol
  • Fala-se francês
  • Fala-se inglês
  • Jardins
  • Passeios a Pé
  • Pesca
  • Piscina
  • Provas de vinho
  • Refeições mediante solicitação
  • Sala de TV
  • Sala para conferências
  • Sauna
  • Ténis

Localização

Estrada de Valpaços - Apartado 194

484 TH

A casa da Quinta da Mata, datada do começo do século XVII, fica situada na encosta da serra do Brunheiro em Vilar de Nantes, nas proximidades de Chaves, oferecendo lindas vistas sobre a cidade do imperador romano Tito Flávio Vespasiano. Rodeada por densa mancha florestal e abundantes mananciais de água, a Quinta da Mata é talvez a mais famosa infra-estrutura do género na região, por ter sido aí que Mário Soares pernoitou - uma vez, aquando de uma das "Presidências Abertas", e, outra vez, por escolha própria.

O edifício principal da quinta é um solar rural, cuja origem, pensa-se, remonta ao século XVII. Sendo embora uma habitação que prima pela simplicidade, possui uma capela adossada à área residencial que deita para o pequeno terreiro de entrada. A arquitectura exprime-se pelo granito das fachadas e um envidraçado de remate no corpo lateral a cobrir um dos quartos. O corpo da capela pouco se distingue da restante construção, pois a cobertura telhada é comum às duas.

E, porque o tempo não perdoa, o interior foi refeito quase de raiz. Uma escada conduz a uma ampla sala principal com a sua imponente lareira. Todos os quartos dão para as proximidades ou mesmo para essa área de convívio central, acentuando o ambiente doméstico e familiar, que se prolonga numa sala de refeições anexa.

Descendo à cave, descobre-se uma garrafeira, soberbamente instalada numa vasta galeria que constitui o local de refeições festivas que o dono da casa faz questão de promover. Os hóspedes mais afoitos à natureza do que ao recolhimento têm acesso a cavalos, bicicletas e circuitos de manutenção e de montanha.

In Solares de Portugal A arte de bem receber , Edições INAPA, 2007