Em plena freguesia de Beiral, em S. Martinho da Gandra, a meio caminho das vilas de Ponte de Lima e Ponte da Barca, encontra-se a majestosa Casa da Várzea, na mesma família desde 1553. Usufrui de uma vista panorâmica sobre a Ribeira-Lima, tendo recebido os ilustres arcebispos de Braga nas suas visitas pastorais. Com sucessivas intervenções arquitetónica, principalmente, pela mão de Caetano José da Gama Araújo e Azevedo. Dispõe de belas salas com tectos de masseira, bar, lagar, adega e outras arrecadações agrícolas, proporcionando provas de vinhos Verde.

Com seis quartos, a casa vista panorâmica que se perde no horizonte recortado pelas serras da Peneda e de Miranda. Uma refrescante piscina virada para as serras e um celeiro em madeira proporcionam inspiração e lazer.

Alojamento

  • 4 x Duplo - Desde 90.00€ / noite
  • 2 x Twin - Desde 90.00€ / noite

Características

  • Adega
  • Estacionamento
  • Fala-se espanhol
  • Fala-se francês
  • Fala-se inglês
  • Jardins
  • Passeios a Pé
  • Piscina
  • Provas de vinho
  • Refeições mediante solicitação
  • Sala de TV

Morada

Beiral

288 TH

Esta bonita casa solarenga situa-se na bucólica e verdejante freguesia de Beiral, a escassos dois quilómetros da povoação de S. Martinho da Gandra, sensivelmente a meio caminho entre as vilas de Ponte de Lima e Ponte da Barca. Dispondo de bons acessos e de uma excelente vista panorâmica, são aqui conservadas as antigas tradições de hospitalidade com que recebeu, entre outros hóspedes ilustres, os arcebispos de Braga nas suas visitas pastorais.

A Casa da Várzea é um edifício muito antigo que foi profundamente alterado, na segunda metade do século XVIII, pela mão do então proprietário Caetano José da Gama Araújo e Azevedo, adquirindo a feição arquitectónica erudita que hoje ostenta. No entanto, a casa é bem mais antiga e, segundo os registos, encontra-se na posse da mesma família pelo menos desde 155 3...Actualmente, a Casa da Várzea é constituída por várias panes distintas. O edifício de arquitectura mais erudita, com duas fachadas bem visíveis de todo o vale, que tem, respectivamente, 5 e 6 janelas cada. A divisão interior é bem característica da região, com uma sucessão de amplas salas com tectos de masseira, comunicando entre si por portas largas. No piso térreo ficam o lagar, a adega e outras arrecadações agrícolas. Um edifício justaposto, também de dois pisos, aparenta ser mais antigo, mas é um acrescento àquele graças à reutilização de velhas cantarias. E, finalmente, um corpo acrescido para sul e poente, há cerca de 5O anos, com um só piso.

O interior da casa foi totalmente recuperado e, num pequeno bar no piso térreo, são proporcionadas aos visitantes provas de vinhos da região. Uma ampla piscina virada para a serra e um antigo celeiro em madeira são lugares de encanto e lazer. Com cinco quartos duplos e um "twin", a casa dispõe de bons acessos e de uma excelente vista panorâmica que se perde no horizonte recortado pelas serras da Peneda e de Miranda.

In Solares de Portugal A arte de bem receber , Edições INAPA, 2007

HISTORIAL

A Casa da Várzea é um edifício muito antigo, profundamente alterado na segunda metade do século XVIII, pela mão do então proprietário Caetano José da Gama Araújo e Azevedo, para pode acolher os treze filhos que lhe vingaram, adquirindo a feição arquitectónica erudita que hoje a caracteriza.

Contudo, a Casa existia há muito e na mesma família pelo menos desde a celebração de um contracto de enfiteuse entre Francisco de Brito e o Cabido Bracarense em 1553.

Foi aqui o assento do velho Couto da Várzea, confiscado ao prócere Conde Nuno Mendes em 1071 e mais tarde, em 1132, escambada à Sé de Braga, sendo admissível que sob o actual edifício se encontram ainda os fundamentos da quinta medieval.

As obras de aparato iniciados no século XVIII não foram concluídas, nomeadamente a escadaria nobre exterior, fronteira à fachada, que estando prevista e parcialmente feita nunca chegou a ser colocada. Contudo, já em data recente, foi o edíficio ampliado para sul e poente com um corpo novo, com prejuízo da antiga cozinha e da possibilidade de construção de uma varanda certamente prevista e nunca realizada.

A Casa é constituída por três partes distintas:

- O edifício de arquitectura mais erudita, definida por duas fachadas mal expostas ( Norte e Nascente) mas bem visíveis de todo o vale com, respectivamente, 5 e 6 janelas de sacada cada. A divisão interior é característica desde desta região e desta época, com uma sucessão de amplas salas com tectos de masseira (um deles apainelado em gamela oitavada), comunicando entre si por portas largas em disposição simétrica com armários de parede de idênticas dimensões. No piso térreo ficam o lagar, a adega e outras arrecadações agrícolas.

- Um edifício justaposto a sul, também de dois pisos, aparentando ser mais antigo, mas indubitavelmente acrescentado aquele com a reutilização de velhas cantarias.

- Um corpo acrescido para sul e poente há cerca de 50 anos com paredes em perpianho de granito e divisórias muito estreitas de tijolo prensado, com um só piso nivelado pelo sobrado da parte restante.

Exteriormente são assinaláveis as fachadas norte e nascente onde pontificam alguns pormenores arquitectónicos interessantes.

Esta bonita casa solarenga situa-se na bucólica e verdejante freguesia do Beiral, a escassos dois quilómetros da povoação de S. Martinho da Gandra e sensivelmente a meio caminho entre as vilas de Ponte de Lima e Ponte da Barca.

Dominando a fértil quinta de que é casal e as veigas de Beiral e Gandra, dispõe de bons acessos e excelentes vistas panorâmicas que se perdem nos longes das serras da Peneda e de Miranda.