Símbolo da arquitetura Beirã do século XVIII, junto às termas de São Pedro do Sul, encontra-se a Casa do Condado de Beirós. O espírito conventual emoldura um claustro rodeado de dez bonitos quartos e de magníficos salões, coroado de refrescantes jardins e piscina. Reza a história da família da casa, que António Tristão Correia de Lacerda Souza e Alvim, 1º Conde e 1º Visconde de Beirós, "era descendente de uma das famílias portuguesas de mais antiga nobreza". No final do século XX, a casa foi recuperada para turismo de habitação, preservando a traça original, sendo o seu proprietário Celso Armindo Almeida Rodrigues.

O hóspede dispõe de um conjunto de atividades de descoberta do património da região da Beira, com a organização de itinerários culturais e naturais: a arte rupestre, os castros, as termas e as vias romanas, as torres medievais, os solares, as igrejas, o circuito florestal da Penoita, a reserva botânica de Cambarinho e a serra da Arada.

Alojamento

  • 7 x Duplo - Desde 108.00€ / noite
  • 3 x Twin - Desde 108.00€ / noite

Características

  • Bar
  • Biblioteca
  • Bicicletas
  • Bilhares
  • Estacionamento
  • Fala-se espanhol
  • Fala-se francês
  • Fala-se inglês
  • Jardins
  • Passeios a Pé
  • Piscina
  • Sala de jogo
  • Sala para conferências
  • Termas

Localização

Serrazes

Sobranceira às Termas de São Pedro do Sul, a Casa do Condado de Beirós interioriza o melhor espírito da arquitectura beirã, envolta em belos jardins e criada numa estrutura quase conventual.

As dimensões generosas emolduram um claustro rodeado de dez bonitos quartos e de magníficos salões onde cada recanto é um lugar de conforto.

Reza a história, que António Tristão Correia de Lacerda Souza e Alvim, 1º Conde e 1º Visconde de Beirós, "era descendente de uma das famílias portuguesas de mais antiga nobreza e aparentado com os representantes da nossa mais luzida fidalguia".

Os livros também dizem que o Conde era de aparência alegre, prazenteira e jovial.

Os seus modos despreocupados e outras qualidades, a todos arrastava ao seu convívio. Entre eles, as maiores personalidades do seu tempo, a alta aristocracia e uma particular relação de amizade com a família real portuguesa. Herdeiro de uma imensa fortuna morreu em 1917 sem herdeiros directos.

No final do século XX, o solar foi recuperado, mantendo a traça original, e é hoje utilizado para turismo de habitação, com museu, salas de exposições e outras actividades culturais, sendo o seu proprietário Celso Armindo Almeida Rodrigues.

Da piscina, o olhar perde-se nostálgico sobre o vale do Vouga e as serras de vegetação verdejante e fresca, onde as possibilidades de passeios e descobertas são inúmeras: arte rupestre, antas e dólmenes, castros, termas e vias romanas, torres medievais, solares e igrejas.

O circuito florestal da Penoita, a reserva botânica de Cambarinho e os percursos pela deslumbrante serra da Arada, com as suas típicas, aldeias serranas.

Algumas curiosidades esperam o visitante. Por um lado, o facto simpático de ter sido aqui rodado em 1944, o filme português José do Telhado, com Virgílio Teixeira como protagonista.

Mais fora do comum, é certamente o museu com um acervo de automóveis antigos com alguns exemplares particularmente interessantes. São ao todo, 12 "preciosidades", mas as estrelas" máximas da colecção são um Cadillac de 1959 que pertenceu ao mítico Elvis Presley e um Champion de 1953. O museu expõe também uma pequena colecção de barcos da classe Speedboat incluindo um classe ON de 1964, exemplar que participou em várias e prestigiadas provas internacionais.

In Solares de Portugal A arte de bem receber , Edições INAPA, 2007

HISTORIAL

Reza a história que António Tristão Correia de Lacerda Souza e Alvim, 1º Conde e 1º Visconde de Beirós, "era descendente em linha recta d'uma das famílias portuguesas de mais antiga nobreza e aparentado com os representantes da nossa mais luzida fidalguia".

Os livros também dizem que o Conde era de aparência alegre, prazenteira e jovial. Os seus modos despreocupados, sua expressão franca e singela e outras qualidades tais e tantas que a todos arrastava ao seu convívio. Entre eles, as maiores personalidades do seu tempo, a alta aristocracia e uma particular relação de amizade com a família real portuguesa. Herdeiro de uma imensa fortuna morreu em 1917 sem herdeiros directos.

Em 1944 é rodado no Condado o filme português "José do Telhado", com Virgílio Teixeira como protagonista.

No final do século XX foi recuperado, conforme traça original, para turismo de habitação, museu, salas de exposições e outras actividades culturais.