CASA D'ÓBIDOS - QUINTA DE SÃO JOSÉ, ÓBIDOS

Com um magnífico enquadramento do Castelo da vila de Óbidos, encontra-se a Casa d'Óbidos, construída no século XIX, pelo engenheiro Garrelon, elemento da equipa Eiffel, que se hospedou e aqui ficou a residir, chefiando a construção dos caminhos-de-ferro da região. Localizada numa área protegida, representa um espaço de inspiração. Reconhecida, outrora, como Quinta de S. José, oferece condições para uma estadia de sonho.

Os actuais proprietários recuperaram o esplendor e os traços de casa rica de lavoura e adaptaram-na para turismo de habitação. A propriedade insere-se numa atmosfera de grande beleza, uma oportunidade de descoberta da vila de Óbidos, e dos costumes e tradições, oferecendo a comunhão do campo e da praia.

A propriedade fica situada numa região de grande beleza, com as praias de Peniche, do Baleal e da Foz do Arelho por perto, o que não deixa de ser simpático no Verão. De Inverno, além do repouso e do bem-estar proporcionados pelo campo, a proximidade de Óbidos permite juntar o útil ao agradável e partir à descoberta desta belíssima vila.

Alojamento

  • 3 x Duplo - Desde 110.00€ / noite
  • 1 x Apt. x4 - Desde 137.00€ / noite
  • 1 x Apt. x6 - Desde 168.00€ / noite
  • 2 x Apt. x2 - Desde 98.00€ / noite
  • 3 x Twin - Desde 99.00€ / noite

Características

  • Bilhares
  • Estacionamento
  • Fala-se espanhol
  • Fala-se francês
  • Fala-se inglês
  • Jardins
  • Passeios a Pé
  • Pesca
  • Piscina
  • Sala de jogo
  • Ténis

Experiências

  •   Passeios de Bicicleta

Localização

Quinta de São José - Óbidos

304 TH

Esta casa do século XIX tem as características das grandes casas de lavoura da região. Foi construída pelo engenheiro Garrelon, um francês que fazia parte da equipa do engenheiro Eiffel, quando este veio ao nosso país para executar várias obras de engenharia encomendadas pelo Governo português. Uma dessas obras foi a construção da linha do Oeste, que saía do Rossio e ligava o Cacém à Figueira da Foz, passando por Óbidos e Caldas da Rainha. O engenheiro Garrelon veio para chefiar a construção dessa linha e ficou a viver nesta casa, conhecida antigamente como Quinta de S. José. A linha de caminhos-de-ferro foi construída separando a quinta em dois, e hoje em dia, de vez em quando, o silêncio é cortado pelo ronronar das locomotivas e vagões que passam ao longe, atrás da casa.

A casa e a quinta ficaram sempre na posse da família Garrelon, até meados dos anos cinquenta. Quando os actuais proprietários, Fernando e Leonor Sarmento, compraram a quinta, a casa estava bastante arruinada e nas terras cresciam matagais. Foi necessário reconstruir a casa praticamente de raiz, sobretudo porque, entretanto, tinham sido feitos acrescentos que em nada embelezavam a casa. As obras demoraram cerca de dois anos e a preocupação dos novos donos foi não exagerar nos efeitos arquitectónicos mantendo os traços de casa rica de quinta, o que foi, sem dúvida, conseguido.

In Solares de Portugal A arte de bem receber , Edições INAPA, 2007