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Casa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country HouseCasa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country HouseCasa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country House Casa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country HouseCasa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country House Casa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country House Casa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country HouseCasa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country House Casa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country HouseCasa da Pedra - Vila Chã do Marão - Amarante - Trás-os-Montes - Casa Rústica - Country House
Equipamento e CaracterÍsticasCaracterísticas e Equipamentos
  Bicicletas  Estacionamento
  Fala-se espanhol  Fala-se francês
  Fala-se inglês  Jardins
  Passeios a Pé  Piscina
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Em plena Serra do Marão, não muito longe de Amarante, a Casa da Pedra está aninhada numa colina da pequena vila, Chão do Marão.
Aqui desfruta-se da leveza dos ares límpidos e perfumados pela urze e rosmaninho, numa casa cheia de encantos e histórias dignas desta região de rara beleza, agreste e misteriosa.
Pouco se sabe acerca desta casa.
Maria Armanda Ribeiro de Sousa, a actual proprietária, conta que quando era pequena, passava todos os dias por aqui a caminho da escola, e atrás das vidraças estava sempre uma senhora muito bonita, já de uma certa idade, dona de outras propriedades na aldeia, e de apelido Leal Brandão. Quando morreu, doou o que tinha à Santa Casa, e metade dos rendimentos da quinta ficaram para os pobres da região.
A casa foi-se degradando e a quinta, cada vez mais cheia de silvas, estava ao abandono. Anos mais tarde, foi posta à venda.
Maria Armanda, que desde pequenina adorava este lugar, cujas pedras conhecia de cor e eram suas confidentes, sonhava vir a tomar conta desta quinta cheia de matas e perfumes. Quando por fim se tornou proprietária, com a companhia da mãe e de pessoal da terra, desbastou e limpou os terrenos, recuperou as ruínas da casa, e por volta do ano 2000, abriu ao turismo de habitação. Plantou vinha onde era antes o olival e ia podando e cuidando de tudo até conseguir produzir o melhor vinho da região. Com algumas dificuldades, acabou por manter apenas uma parte da vinha, que se mantém até agora.
Uma das belezas dos sete hectares que a quinta possui é a mata que circunda a casa e a protege. Maria Armanda, que encontrou nesta casa a paz que procurava – a olhar para as estrelas, para a lua gorda e a beber a água das fontes – quis fazer a diferença. Os seus hóspedes tornam-se amigos, a simplicidade e carinho são valores que se sentem, e assim todos os que por aqui passam, voltam.
Bem situada, os turistas partem para descobrir a região e com Amarante ali ao lado, a Casa da Pedra merece sem dúvida uma visita, e pode oferecer uma estada especial.
In “Solares de Portugal – A arte de bem receber”, Edições INAPA, 2007