Tipo:
Quintas e Herdades
Proprietário:
Filinto Moura Morais
Contactos:
Email Mata@solaresdeportugal.pt
Alojamento:
4 alojamento(s) Duplo - 80 EUR/noite
2 alojamento(s) Twin - 80 EUR/noiteRESERVE JÁ
A casa da Quinta da Mata, datada de fins do século XVI, fica situada na encosta da Serra do Brunheiro em Nantes, a 3 Kms de Chaves com lindas vistas sobre a cidade do imperador romano Tito Flávio Vespasiano. Rodeada por densa mancha florestal e abundantes mananciais de água oferece conforto e tranquilidade completa.
Do Porto siga o IP4/A4 até Vila Real. Em Vila Real tome a A24 em direcção a Chaves. A Quinta da Mata fica a 3km da cidade de Chaves na estrada em direcção a Valpaços a EN 213.
Coordenadas GPS
N 41 ° 43 '05.6 "
W 07 ° 26 '11.5 "
A casa da Quinta da Mata, datada do começo do século XVII, fica situada na encosta da serra do Brunheiro em Nantes, nas proximidades de Chaves, oferecendo lindas vistas sobre a cidade do imperador romano Tito Flávio Vespasiano. Rodeada por densa mancha florestal e abundantes mananciais de água, a Quinta da Mata é talvez a mais famosa infra-estrutura do género na região, por ter sido ai que Mário Soares pernoitou - uma vez, aquando de uma das "Presidências Abertas", e, outra vez, por escolha própria.
O edifício principal da quinta é um solar rural, cuja origem, pensa-se, remonta ao século XVII. Sendo embora uma habitação que prima pela simplicidade, possui uma capela adossada à área residencial que deita para o pequeno terreiro de entrada. A arquitectura exprime-se pelo granito das fachadas e um envidraçado de remate no corpo lateral a cobrir um dos quartos. O corpo da capela pouco se distingue da restante construção, pois a cobertura telhada é comum às duas.
E, porque o tempo não perdoa, o interior foi refeito quase de raiz. Uma escada conduz a uma ampla sala principal com a sua imponente lareira. Todos os quartos dão para as proximidades ou mesmo para essa área de convívio central, acentuando o ambiente doméstico e familiar, que se prolonga numa sala de refeições anexa.
Descendo à cave, descobre-se uma garrafeira, soberbamente instalada numa vasta galeria que constitui o local de refeições festivas que o dono da casa faz questão de promover. Os hóspedes mais afoitos à natureza do que ao recolhimento têm acesso a cavalos, bicicletas e circuitos de manutenção e de montanha.
In “Solares de Portugal – A arte de bem receber”, Edições INAPA, 2007