Tipo:
Casas Antigas
Proprietário:
João Cavaleiro Ferreira
Contactos:
Email terreiro@solaresdeportugal.pt
Alojamento:
2 alojamento(s) Apt. x2 - 110 EUR/noite
3 alojamento(s) Duplo - 110 EUR/noite
3 alojamento(s) Twin - 110 EUR/noiteRESERVE JÁ
A Casa do Terreiro do Poço é uma construção do séc. XVIII, constituída por 3 corpos que integram a fachada principal e duas casas contíguas, formando um conjunto arquitectónico singular, no centro histórico de Borba, junto ao jardim do Largo dos Combatentes.
Restaurada com gosto, combina o clássico com o contemporâneo, onde móveis portugueses, orientais e africanos, convivem em harmonia e permitem uma viagem na história e na Arte dos três continentes.
De Lisboa: Siga pela A6 na direcção Évora, Espanha. Depois de passar a área de serviço de Estremoz, tome atenção às saídas e saia na de Borba, Alandroal, Vila Viçosa. Passa a portagem e segue a placa N4 Elvas/Estremoz Borba (–3,5T). Imediatamente a seguir entronca na N4 e vira à esquerda na direcção de Borba e de Elvas. Passa as bombas de combustível e entra na primeira entrada que indica Borba. Segue sempre nessa rua vê a adega cooperativa do lado direito, um pouco à frente do lado esquerdo vê a igreja de São Bartolomeu, segue, e aproximadamente 500m depois de ter entrado em Borba vê do lado esquerdo um jardim público. É aí o Largo dos Combatentes da Grande Guerra e tem a Casa do Terreiro do Poço a dominar o jardim.
Coordenadas GPS
N 38 ° 48 '17.0 "
W 07 ° 27 '31.4 "
A Casa do Terreiro do Poço, no centro histórico de Borba, é uma construção do século XVIII, constituída por três corpos ligados por varandas e escadarias que integram a fachada principal, e duas casas contíguas, formando um conjunto arquitectónico singular.
Esta casa, referida no Inventário Artístico de Portugal pelos seus frescos e pinturas murais está em vias de classificação como Imóvel de Interesse Público.
O início da sua construção remontará ao século XVIII, tendo sido alvo de várias ampliações ao longo dos séculos seguintes. Como os vários edifícios que compõem o conjunto são delimitados por duas ruas, existe no interior um pequeno pomar de citrinos ajardinado, uma piscina e também uma pequena horta biológica, concebida como se de um jardim clássico se tratasse.
Os canteiros, desenhados por sebes talhadas, têm um tanque ao centro.
Nas obras de restauro, o proprietário, João Cavaleiro Ferreira, fez questão de respeitar as técnicas construtivas compatíveis com as previamente existentes. Destinaram-se oito quartos para turismo de habitação, alguns com salas, varandas ou terraços privativos. A existência de amplas zonas comuns contribui para que os hóspedes tanto possam ler calmamente num confortável sofá, como jogar às cartas, ouvir música ou ver televisão sem ser incomodados.
A decoração, quer das salas, quer dos quartos, equilibra-se de forma harmoniosa entre o clássico e o contemporâneo, convivendo tranquilamente cómodas portuguesas do século XVIII, cadeirões orientais e mesas africanas.
Toda a zona que envolve a piscina é de grande beleza, tendo sido utilizada a cor sangue de boi para as paredes, que realça muito bem o verde das árvores e trepadeiras.
Há quartos e salas com paredes azul anil, verde seco e ocre, tudo isto rematado por pisos em xisto cinzento e ferrugem e portas antigas de madeira encerada com ferragens de época.
Esta simpática e bonita casa proporciona ao hóspede conforto e uma localização privilegiada, tanto para conhecer o centro da vila, como para fazer provas dos afamados vinhos da região.
In “Solares de Portugal – A arte de bem receber”, Edições INAPA, 2007
HISTORIAL
Historial CASA DO TERREIRO DO POÇO
A Casa, referida no Inventário Artístico de Portugal pelos seus frescos e pinturas murais está em vias de classificação como Imóvel de Interesse Público. É composta por três corpos principais ligados por varandas e escadarias. O início da sua construção remontará ao séc. XVIII, tendo sido alvo de várias ampliações ao longo dos séculos seguintes. Além dos três corpos que integram a fachada principal, ainda tem duas casas que, nas traseiras, confinam com outra rua e mais um pavilhão de apoio à piscina. Como os vários edifícios que compõem o conjunto, são delimitados por duas ruas, existe no interior um pequeno pomar de citrinos ajardinado, uma piscina e uma também pequena horta biológica concebida como se de um jardim clássico se tratasse. Os canteiros são delimitados por sebes talhadas e têm um tanque ao centro.
A Casa foi alvo de profundas obras de reabilitação e restauro tendo sido seguidas técnicas construtivas idênticas ou compatíveis com as previamente existentes e utilizados materiais muitas vezes provenientes de demolições.
Para a actividade de Turismo de Habitação afectaram-se oito quartos, todos com casas de banho privativas, alguns com salas, varandas ou terraços privativos. A existência de amplas zonas comuns contribui para que os hóspedes tanto possam ler calmamente num confortável sofá, como jogar às cartas, ouvir música ou ver televisão, sem ser incomodados.
A decoração, quer das salas, quer dos quartos, assenta numa simbiose perfeita entre o clássico e o contemporâneo, convivendo tranquilamente cómodas portuguesas do séc. XVIII com cadeirões orientais e mesas africanas. A cor foi usada de forma arrojada, quer nos interiores, quer nos exteriores. No pavilhão de apoio e na zona que envolve a piscina, usou-se um tom sangue de boi que realça o verde das árvores e trepadeiras.
Há quartos e salas com paredes azul anil, verde seco e ocre, tudo isto rematado por pisos em xisto cinzento e ferrugem e portas antigas de madeira encerada com ferragens de época.