A sua construção foi ordenada pela Câmara Municipal em 15751 ficando concluído em 1603, implantado no actual Largo Dr.António Magalhães, donde foi transferido para o Largo de Camões em 1929.
O seu risco renascentista e execução são correntemente atribuídos ao famoso Mestre limiano João Lopes, o Moço.
Para a sua construção e canalização da água de Merim, foi lançada uma tinta sobre o sal e o azeite comercializados nesta Vila.
As coimas sobre o seu conspurco estão patentes num letreiro próprio.
O fuste tem gravada a versão em uso das armas municipais.





