Tipo:
Quintas e Herdades
Proprietário:
João Gaspar de Sousa Gomes Alves
Contactos:
Email CimaEiriz@solaresdeportugal.pt
Alojamento:
2 alojamento(s) Duplo - 65 EUR/noite
2 alojamento(s) Twin - 65 EUR/noiteRESERVE JÁ
Está situada na encosta sul do Monte da Penha, numa pequena aldeia rural do concelho de Guimarães. Deste aprazível local, o visitante poderá desfrutar de um ambiente sadio e ecologicamente equilibrado, que aliado a uma magnífica vista e a um envolvimento paisagístico típico das antigas aldeias minhotas, transformam este local ideal para umas férias relaxantes, longe do rebuliço das grandes cidades.
Siga esta estrada por 4 km e encontrará, no lado direito, uma indicação para Penha-Lapinha. Siga esta estrada por 2 km e encontrará um cruzeiro, aí vire à esquerda e encontrará o portão de entrada da casa 150m depois, do lado esquerdo.
Coordenadas GPS
N 41 ° 24 '03.2 "
W 08 ° 14 '32.2 "
Situada na encosta sul do Monte da Penha e rodeada de bosques, pinheiros e eucaliptos, ergue-se a Quinta de Cima de Eiriz, ideal para uns dias de repouso, desfrutando do vale do rio Vizela que ladeia o monte entre hortas e casas agrícolas.
Construída em boa parte com cantaria e pedra de silhar, data do século XVII é bastante representativa da arquitectura minhota. A reabilitação cuidadosa a que foi sujeita respeitou a traça primitiva, que relembra os tempos em que aqui viveu um agricultor endinheirado. Entre os vestígios da época, destacam-se as velhas escadas de silhares e o arco de entrada em pedra, utilizado para a passagem dos carros.
Ao entrar, vislumbra-se o mobiliário de estilo rústico português, entre tecidos e tapetes com desenhos tradicionais. Algumas plantas, um bonito chão de tijoleira, camas robustas e diversas peças de cerâmica acentuam a rusticidade desta casa.
O alojamento dispõe de quatro quartos e uma sala de estar onde os mais preguiçosos podem repousar. Lã fora, um jardim de árvores frondosas anima os mais aventureiros a descobrir a região. Na piscina, pode-se ainda desfrutar de uma bela paisagem, ao mesmo tempo que se usufrui da sensação refrescante de dar umas braçadas na água.
In “Solares de Portugal – A arte de bem receber”, Edições INAPA, 2007